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Brasil fica em 17º lugar no ranking de crescimento de 22 países

Com a expansão de 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB) no ano passado, o Brasil se mantém nas últimas colocações de crescimento entre as grandes economias globais. Entre os países considerados emergentes, o Brasil é superado por China, Índia, Indonésia e Coreia do Sul.

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Brasil fica em 17º lugar no ranking de crescimento de 22 países

Na América do Sul, as economias da Bolívia, Colômbia e Peru apresentaram expansão da economia maior do que a brasileira no ano passado.

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De acordo com um ranking elaborado com base em dados de crescimento econômico referentes a 2019, divulgados pela agência de notícias Bloomberg, entre 22 países o PIB brasileiro ficou apenas na 17ª posição.

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No bloco dos emergentes, o Brasil só superou a África do Sul, que teve crescimento de 0,10%, e o México, que teve uma retração de 0,10%.

- Com a aprovação da reforma da Previdência, o terceiro trimestre do ano passado ganhou fôlego. Mas os atritos entre o governo e o Congresso, no final do ano, acabaram reduzindo um pouco o otimismo dos agentes econômicos no final do ano - afirmou o economista-chefe da Infinity Asset, Jason Vieira.

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- Os dados do quarto trimestre vieram mais fracos em vários segmentos. Por isso, o PIB veio dentro do esperávamos, no pelotão mais baixo entre os emergentes e também atrás de países como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, membros do G-20 - completou.

Entre outros membros do G-20, grupo dos vinte países mais ricos do mundo, o Brasil ficou à frente de Alemanha e Itália.

Para 2020, a expectativa era que o Brasil subisse um pouco nesse ranking, já que um crescimento de 2,5% era dado como certo no início do ano. Mas a epidemia de coronavírus, que terá impactos importantes na economia brasileira, já está fazendo com que bancos reduzam a estimativa de expansão do PIB para um patamar abaixo de 2%.

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- Começamos o ano com a certeza de um PIB de 2,5%. Mas agora, com o avanço do coronavírus, há tantas variáveis que podem impactar o PIB que é difícil estimar. Qual será a capacidade da China, nosso principal parceiro comercial, de se recuperar? Haverá novas rodadas de queda de juros aqui e em outros países? O que se tem agora é muita incerteza - disse Vieira.

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